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REUTILIZANDO EMBALAGENS DOMÉSTICAS E TRANSFORMANDO-AS EM BRINQUEDOS











































Acho que há duas razões fortíssimas para se fazer o preposto no título e conforme as imagens: 
Primeiro, uma questão de formação educacional para as crianças: consumismo acaba sendo um vício onde as mesmas nada de bom tem a aprender, ao contrário da transformação da reciclagem; aprender que materiais podem e devem ser reutilizados colaborando com a diminuição do "jogar fora" é sim construir nos pequenos uma habilidade de valorizar materiais e formar conceitos realmente éticos sobre o meio ambiente;
segundo, o ato de se envolver na construção de um brinquedo requer muito da inteligência, criatividade, perspicácia, ação, abstração, o que não acontece ao pegar um brinquedo novo, pronto.  A prática de fazer brinquedos com as crianças é propicia-lhes 50% a mais, no mínimo, de oportunidade de aprendizado na brincadeira.  Penso que, por si só, é uma brincadeira. Claro que, a ajuda do adulto é imprescindível principalmente no contato com os materiais mais delicados nas mãos das crianças como os cortantes.

Leitura: Dê a devida importância enquanto pode!


Fonte: Colégio Antares - Fortaleza - CE - 2003

(Clique nas imagens dos textos e dê zoom para ler)
Histórias próprias para crianças na faixa de 03 a 6 anos que tivemos a oportunidade de comprovar que são simplesmente adoradas por eles e trabalham: o amor pelos pais (principalmente pelo pai, em qualquer caso, e no de separações longas, se mostra essencial) e os medos, tão comuns às crianças, recomendamos:
Adivinha quanto eu te amo

















Coleção Quem tem Medo?

Autor: Joly, Fanny
Editora: Scipione



EDUCANDO...



10 MANEIRAS DE DESEDUCAR SEU FILHO

  1. Dar tudo o que eles querem.
  2. Achar graça quando dizem palavrões.
  3. Nunca dar orientações religiosas.
  4. Juntar o que eles deixam jogados e desarrumados.
  5. Discutir e brigar na presença deles.
  6. Abarrotá-los de brinquedos, dinheiro, mimos e super-proteção.
  7. Não exigir nada, satisfazer todos os seus desejos.
  8. Dar-lhes sempre razão, tomando sempre seu partido.
  9. Estar sempre ausentes, não acompanhar, acomodar-se, omitir-se.
  10. Nunca elogiar, não dar carinho, não ter tempo e vingar-se.


Indicação de Livros Infantis



O fanfarrão rei Bigodeira não quer mais sair de sua banheira. Só uma criança poderia descobrir como acabar com essa brincadeira! Tradução de Gisela Maria Padovan, Prêmio Monteiro Lobato de melhor livro traduzido para criança.
Autor: Wood, Audrey
Editora: Ática






Essa é a história  de uma casa sonolenta, onde todos viviam dormindo. Até o dia que apareceu uma simples pulguinha saltitante para acabar com o sossego de todos os moradores, num só instante!
Autor: Wood, Audrey
Editora: Ática


Ambas são histórias que prendem muito a atenção das crianças de 5-6 anos. Trabalha conceitos de sequência lógica e dedução, além da magia proporcionada pelas incríveis ilustrações e as histórias, muito bem escritas.

MANEIRAS ADEQUADAS DE FALAR COM AS CRIANÇAS



A comunicação abrange tudo o que falamos e de que maneira dizemos as coisas. Comunicamo-nos com olhares de reprovação ou com sorrisos, com ações, gestos, com um silêncio frio ou caloroso, bem como, com palavras amáveis ou indelicadas.
Dependendo da maneira como você se comunica pode favorecer ou prejudicar o desenvolvimento da criança.
Segue abaixo algumas orientações que facilitarão esta melhor comunicação.

ACEITAÇÃO DA CRIANÇA
Quando a criança sabe que você a aceita como ela é, possibilita seu crescimento, a modificar-se, e sentir-se bem a respeito de si mesma.
Aceitando a criança como ela é, torna-se fácil a comunicação com ela. A criança que se sente aceita será, provavelmente, mais capaz de dividir os seus sentimentos e problemas.
Nós podemos aceitar a criança sem necessariamente aprovar seu comportamento. Por exemplo, nós amamos e aceitamos "Sandra", mas nós não aceitamos seu comportamento quando ela perturba o bebê ou puxa o rabo do gato.

ESCUTE ATENTAMENTE
Evite distrações e preste atenção no que a criança está dizendo. As vezes, os adultos precisarão interromper qualquer coisa que estejam fazendo e escutar a criança. O que comumente vemos é o adulto dar "bronca" na criança porque ela o interrompeu numa conversa com outro adulto ou uma criança falando para um adulto que não está prestando a menor atenção no que a criança está contando, não interage, não faz perguntas, não ajuda o diálogo a se desenvolver. E a criança sabe que não está sendo ouvida. Será que ela se sente bem nessa situação? Como você se sentiria se fizessem isso com você?
O adulto mais próximo é sempre o modelo que a criança segue.

USE MAIS SIM DO QUE NÃO
Diga à criança o que ela pode fazer, em vez do que não pode fazer. O uso do sim mais do que não é muito difícil, especialmente se os adultos já tem o hábito de dizer não.
Exemplos: Os Não
Não coloque sua roupa no chão.
Não corra.
Não deixe o sabonete na água.
Não deixe a toalha cair no chão.

Os Sim
Segure sua roupa para ela não cair no chão.
Ande devagar, o banheiro está molhado.
Coloque o sabonete na saboneteira.
Pendure a toalha no cabide.

FALE COM A CRIANÇA E NÃO PARA A CRIANÇA
Ninguém, - incluindo uma criança pequena - gosta de ser mandado. Você pode dar ordens ao cachorro mas, tente falar com a criança.
Fale com ela e escute o que ela tem para dizer.
Sempre que se dirigir à criança para "cobrar" um comportamento, é  melhor fazê-lo usando uma linguagem na qual você se coloca e, espere a resposta.

Exemplos de maneiras corretas:
Eu preciso de ajuda para pegar as coisas do chão, agora.
Eu não gosto de ler histórias quando estou cansada.
Eu fico brava quando vejo sujeira no chão.
Eu não posso ouvir você com toda essa gritaria.

Quando você se coloca na ação, oferece à criança responsabilidade para modificação do seu próprio comportamento.

Maneiras não recomendadas:
Você está fazendo bagunça.
Você é uma praga.
Você devia se envergonhar.

Quando você sai completamente da ação do momento e vai para o julgamento, está errando enormemente. Atenha-se ao fato e ao ato, não a julgar a criança e inferir defeitos nela. Isso não a ajudará a entender a relação do fato ou ação que praticou com o certo ou errado e sim baixar sua autoestima, ter dúvidas sobre o seu amor por ela e ter certeza que ficou brava com ela mas não entenderá porque. Crianças pequenas não são analíticas e lógicas.

FAÇA PEDIDOS SIMPLES
Crianças pequenas tem dificuldade em lembrar de várias ordens dadas ao mesmo tempo.
Você se lembra quando teve que perguntar por um endereço numa cidade estranha?
Provavelmente você ficou confusa quando disseram: _ Siga seis quarteirões, vire à esquerda, passe pela construção de telhas cinzas, vire à direita no terceiro sinal, desca e rodeie o Palácio da Justiça.
"Sara", de três anos, ficará tão confusa quanto você ao ouvir a ordem: _ "Vá para o seu quarto e pendure suas roupas, mas primeiro pegue seus brinquedos e coloque o cachorro do lado de fora."
Provavelmente ambos, Sara e o cachorro irão desaparecer porta a fora porque "... coloque o cachorro do lado de fora" é tudo que Sara lembrará. Foi a última ordem que ela escutou e provavelmente a única que ela será capaz de se lembrar.

OBTENHA ATENÇÃO DA CRIANÇA ANTES DE FALAR COM ELA
As crianças conseguem concentrar-se somente em uma coisa de cada vez. Chame o nome de uma criança e dê a ela um tempo para que sua atenção se volte para você.
Exemplos:
_ João! (Espere que ele pare de jogar bola e olhe para você)
Depois diga:
_ o lanche será servido daqui a pouco.

_ Bruna. (Espere até que ela pare de brincar e olhe para você)
Depois acrescente: Vamos guardar os brinquedos agora.


COMUNICAÇÃO AO NÍVEL DO OLHAR 
O olhar melhora a comunicação. Quando se fala com crianças muito pequenas faz-se necessário alcançar o nível dos olhos dela ou sentar-se em uma cadeira ao seu lado. Os adultos tem que compreender o efeito que seu tamanho tem sobre a criança pequena. Como você se sentiria se um gigante com três metros de altura apontasse seu dedo indicador e olhasse firme para você?

FAÇA PEDIDOS IMPORTANTES COM FIRMEZA
Fale com firmeza, e dê a criança uma razão pela qual ela deve fazer o que você pediu naquele exato momento. Um pedido feito displicentemente leva a criança a pensar que você não se importará se ela fizer ou não o que você pediu.
E não saber o porquê daquele pedido ou ordem também não a ajudará a ampliar seu entendimento de mundo. Quando você explica o porque deste pedido ou daquela ação, fica muito mais fácil conseguir a ação com boa vontade da criança. Use explicações verdadeiras , claras e curtas.
A criança pode pensar somente uma coisa de cada vez. Quando ela estiver envolvida com seu brinquedo, torna-se difícil desviar a sua atenção para você. A criança também não gosta de ser interrompida na sua brincadeira da mesma maneira que você não gosta, quando está lendo sua revista predileta, que lhe perturbem.

DIGA "POR FAVOR", "OBRIGADO(A)" E "DE NADA" PARA AS CRIANÇAS
As crianças merecem a mesma cortesia que os adultos usam entre si. Elas aprendem por imitação os comportamentos sociais; nesse caso, a fala e o comportamento dos adultos.
Deixe que a criança aprenda a dizer "Por favor", "Obrigado (a), por imitação a você.
É um mau exemplo deixar de dizer "Por favor" a uma criança. Isto não é nada cortês.

NÃO USE PALAVRAS CRUÉIS QUE LEVEM A CRIANÇA A CHORAR
Palavras cruéis tem resultado infeliz, cortam a comunicação e produzem efeito na autoestima da criança.
Evite palavras cruéis que acabem tendo o efeito de:
RIDICULARIZAR: "Você está agindo semelhante a um bebê grande".
ENVERGONHAR: " Eu estou envergonhada de você."
ESTEREOTIPAR: "Você é um chato."
Palavras ásperas, faladas sem pensar nas consequências, fazem com que a criança sinta-se rejeitada.

USE PALAVRAS DE CARINHO PARA ENCORAJAR E FORMAR A CRIANÇA
Palavras carinhosas trazem bons resultados.
Elas dão à criança maior autoconfiança e ajudam-na a se comportar melhor, a esforçar-se para fazer o que você explicou, com calma, clareza, que é o certo.
Palavras ditas com amor, de forma carinhosa, comunicam respeito e criam um vínculo afetivo cada vez maior e uma atmosfera na qual os problemas podem ser discutidos abertamente e ser facilmente compreendidos.

A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA COMUNICAÇÃO
A boa comunicação ajuda a criança a desenvolver autoconfiança (extremamente necessária para sua vida no presente e no futuro), sentimentos de autovalorização, bom relacionamento com outros adultos e crianças, além de ampliar seu vocabulário e oportunizar que experenciem situações de conflito sem traumas.
Isto faz da vida com os outros mais agradável e ajuda as crianças a crescerem felizes.

Baseado no livro "Ways to talk with young children" - de Betsy R. W. Schenck. Virgínia State University, ESA, 197ª. Traduzido por Iracema de Sá.

PEDOFILIA: É PRECISO SABER DIAGNOSTICAR E PREVENIR


Infelizmente, pelas informações passadas pela mídia, cresce vertigininosamente o número de casos de abuso sexual à criança e adolescente, ou seja: o número de pedófilos está aumentando.
Pensando nessa cruel realidade, decidi fazer este texto, baseada em meus conhecimentos como pessoa e educadora que, também já experenciou situações suspeitas em relação ás crianças das escolas onde trabalhei. Não ando suportando tantas matérias na TV sobre o assunto. É preciso se conscientizar.
Minhas humildes sugestões para identificar ou evitar o abuso sexual são:
* Acreditar em algumas afirmações básicas feitas por órgãos legalmente constituídos como Conselhos Tutelares, Delegacias Especiais, Varas da Infância e Juventude, Campanhas do governo brasileiro e ONG's devidamente reconhecidas e cadastradas: PEDOFILIA É CRIME, extremamente prejudicial á vida presente e futura da criança, é humilhante, um abuso de poder e realizado, pelas estatísticas, por adultos masculinos, parentes ou próximos á criança. Infelizmente figuram no topo da lista: pais e padrastos. As meninas são mais sujeitas á esse crime do que os meninos; acontece em todas as classes sociais. Um dado surpreendente, passado por especialistas no assunto é que, quando ocorre em famílias cujo adulto masculino é um padrasto, a mãe, ocasional e inconscientemente, faz o possível para não enfrentar a realidade caso esteja acontecendo em sua casa. É o que denominamos de fugir da realidade, fazer de conta que não vê ou não sabe;
* Optar por deixar à criança em creche ou escolas de período integral; caso a criança seja mais velha e não tenha escolas e instituições que ofereçam essa modalidade, ter uma mulher da família, de preferência, para acompanhar a criança / adolescente em suas atividades e ficar com a mesma em casa, se isso for necessário; de preferência uma parenta responsável, que seja avisada da necessidade de realmente cuidar da criança e não simplesmente estar dentro da mesma casa que ela.
* Vizinhos nem sempre são confiáveis, apesar do aspecto "sou do bem"; ninguém tem escrito na testa: SOU PEDÓFILO. Sabemos que o maior parte dos casos em que o abuxo sexual acontece atualmente, são realizados por pessoas do sexo masculino e com parentesco próximo à criança; mas a chance de acontecer através de um estranho também é muito grande;
* Tenha plena certeza de que a criança está feliz e não mudou seu comportamento: crianças abusadas sexualmente geralmente tem uma mudança brusca no comportamento facilmente identificável para os pais, mães ou avós que moram com o (a) menor e que estão atentos á ele, todos os dias;
* Mesmo que a criança já tome banho sozinha, procure acompanhar esta atividade de higiene de vez em quando, com o pretexto de cuidá-la. Atente-se para qualquer marca no corpo e a forma como se apresentam os órgãos íntimos;
* Sempre, sempre, sempre que tiver tempo, estabeleça conversas com seus filhos: para isso não há hora - ou você se habitua a fazer isso ou não. O importante é a qualidade do tempo que você dispensa à ele, não a quantidade. Conheci muitas mães que trabalhavam fora e me diziam, enquanto eu era professora de seus filhos, que não tinham tempo para conversar com eles, pois, quando chegavam do trabalho, tinham que cuidar dos afazeres domésticos. Está aí, ao meu ver, um momento em que é possível fazer duas coisas ao mesmo tempo: seus afazeres e ir conversando com a criança e atenta ao seu modo de contar seu dia.
* Pai é pai, na maioria das vezes. Também tive o prazer de conhecer padrastros de conduta ilabada. O caráter de uma pessoa não é difícil de conhecer. Quem é honrado e bom, demonstra essa característica quase o tempo todo. Mas a figura masculina adulta que permanece com a criança a maior parte do tempo, lidera a lista dos abusos sexuais contra ás crianças e adolescentes. Este é um dado de pesquisas, passado pelos Conselhos Tutelares.
* O abuso sexual é uma questão de oportunidade: EVITE o quanto puder deixar seu (sua) filho (a) longe de você. Entrevistando a mãe (casada pela segunda vez) de uma aluna (com padrasto) de 5 anos, perguntei, conforme o roteiro da escola, com quem a criança ficava, caso não estivesse na escola: a mãe prontamente respondeu: - "Comigo ou com ninguém mais." Perguntei: - "E com seu marido?" Ela disse: - " Também não deixo. Ou ela vai comigo onde preciso ir ou não vou." Estava implícito o cuidado dessa mãe com a possibilidade de algum abuso sexual. E era uma mãe que trabalhava fora o dia todo.
* Muitas mães não evitam a exposição da criança: não há necessidade alguma de se vestir uma criança, no caso, meninas, como adultas. Vejo corrriqueiramente, em qualquer lugar, crianças de 7/8 anos vestidas e arrumadas como se fossem mimi mulheres sensuais, com vestidos curtos, batom, esmaltes, shorts curtíssimos. Ou seja, erotizadas pelos próprios pais. Criança deve se vestir como criança. Tudo tem sua hora. Ou você tem autoridade sobre seu (sua) filho (a) ou ele (a) terá sobre você. No pior dos casos, outro adulto terá essa autoridade e pode ser um abusador.
*Evite deixar a criança com estranhos ou muito tempo longe de suas vistas; o melhor local, como já disse acima, é na creche ou escola de educação infantil.
*Pessoas que são usuários de drogas ou alcóolatras, que não tem ocupação, também podem ser abusadores em potencial, ainda mais se não tiverem relacionamentos de amor e respeito por você e pela criança. Aliás, qualquer pessoa nessas condições, se torna perigosa para os pequenos. Outro dado passado pelos Conselhos Tutelares é de que o abuso, também ocorre mais frequentemente através dos padrastos, irmãos mais velhos e parentes masculinos.
*Evite deixar a criança com adultos que você, rapidamente, considerou um bom vizinho, um bom inquilino e etc. Deixar o (a) menor em casas que oferecem estes serviços também não se mostra uma decisão 100% confiável. Além da figura feminina que cuida, deve haver outros homens na casa. Também já ouvi relatos e boatos não confirmados de mães que deixavam seus filhos neste tipo de casa, onde a "cuidadora" tinha todas as características confiáveis mas que, suspeitavam de abuso sexual contra às crianças pelo marido da cuidadora. Não se esqueça que provavelmente há outros moradores na casa. Se optar por este tipo de serviço, procure sabem quem mora na casa, seus hábitos e sua ocupação.
* Converse sobre esse assunto com seu (sua) filho (a): sempre de modo a não assustá-lo e de maneira indireta, como por exemplo, avisá-lo de que, independente do que outro adulto disser, não deixe que ninguém a toque intimamente. Se você é uma mãe ou pai que tem como hábito conversar com seus filhos, este tipo de conversa não parecerá estranha. E avisá-la também para que não aceite dinheiro ou doces de estranhos, além de sempre confiar em seus pais, em primeiro lugar.
*Por minha própria experiência, geralmente, as educadoras de creche e educação infantil são totalmente atentas na hora das trocas e banho das crianças, além de considerar seriamente qualquer tipo de dor que a criança expresse estar sentindo; muitas vezes já convocamos pais por situações suspeitas vistas em escolas de educação infantil e creches. É uma segurança a mais para você.
* Consultas médicas periódicas com o(a) pediatra de sua confiança também diminuem, em muito, a chance de pessoas mal intencionadas acharem que não serão descobertas, caso estejam tentando aumentar a intimidade com a criança e de abusá-la. Você pode e deve conversar sobre isso com o (a) pediatra.
* É um dever de todos alertar mães que estejam próximas: abusos acontecem, principalmente quando a mãe não está presente, tem horários fixos e não pensa sobre o assunto. Fale sobre esse fato com vizinhas, amigas, pessoas que prestam serviços na sua casa.
* Só deixe seu  (sua) filho (filha) sair sozinho(a) em extrema necessidade. Nos dias hoje, esse tipo de autonomia é menos importante do que cuidar da segurança e integridade física da criança; o mesmo vale para os hábitos de deixá-los dormir na casa de amiguinhos: procure saber quem são os pais, quem mora na casa e, estreitar as relações com eles, sabendo, deste modo, de seus hábitos.
* Esteja ao par dos acontecimentos informados na mídia e confirme por você mesmo; nesses infelizes casos já consumados há como aprender como e onde foi realizado o abuso, portanto, "não pague pra ver" acontecer com seu (sua) pequeno (a).
* Adolescentes têm características próprias de sua idade - perto dos 12 anos já começam a não querer conversar e confiar nos pais, devido à diferenças de opiniões, principalmente em relação à namorados/ paqueras e influência de amigos (as) (o que é muito natural e acontece em quase todos os lugares do planeta). Não é o caso de afastá-lo das atividades sociais de seu interesse e nem de proibir que tenham seus próprios amigos e sim de  colocar, sobre o crivo da análise o que e como você fala sobre esses novos interesses do adolescente, além de verificar, sempre, como anda o relacionamento de vocês; não deixe que a intimidade e confiança que ele (a) tem em você seja abalada, é primordial. Participe das atividades, conheça os amigos, faça amizade com os mesmos, leve e busque sempre que puder. É imprescindível saber onde e com quem ele (ela) está. Lembro de ter dormido fora de casa, quando criança e adolescente, apenas em 2 casos: em um acampamento oferecido pela Igreja e que meus irmãos mais velhos estavam me acompanhando e na casa de duas amigas íntimas de minha mãe.
* O uso da internet, sem a supervisão do adulto responsável pelo adolescente é um dos mais poderosos canais de tentativas de abuso e atentado ao pudor. Não deixe a criança/ adolescente decidir por ele mesmo quantas horas ficará utilizando a internet e nem os horários: quem decide isso é o adulto. Cuidado para que esse contato não seja feito através de lan-houses ou casa de amigos (as) que ficam sozinhos em casa; Proíba o uso de salas de bate-papo e não tenha uma câmera conectada à disposição. Recebi um e-mail, há tempos atrás, de um policial membro de órgãos contra a pedofilia, contando como foi fácil achar a casa de um adolescente, a escola e saber de suas atividades, se passando por alguém da mesma idade numa sala de bate-papo. Ele foi até a casa dos pais e contou como conseguiu os dados e alertou os pais, boquiabertos, dos perigos que o (a) filho (a) deles corria. Se você não sabe usar computador, passou da hora de aprender. Necessidade primordial e, de preferência, aprenda com outro adulto, não seu próprio (a) filho (a). Seria dispensável dizer que acesso a conteúdo adulto, por parte dos pais, não deve ser de conhecimento dos filhos e muito menos, na frente dos mesmos.
* Não se esqueça que o adolescente ainda é ingênuo perto da engenhosidade do adulto e tende a confiar e contar dados pessoais como: escola onde estuda, bairro que mora e etc, de forma a ser alvo fácil de um pedófilo. Hoje em dia há como se proteger do acesso á páginas e sites não recomendados. Coloque senha no computador, verifique o histórico e lembre-se: o mais importante é que seu (sua) filho saiba sobre sexo através de conversas com seus pais e não de estranhos.
* Câmeras de fotos deve estar sob seus cuidados e sob sua supervisão. Não dê como presente para que o (a) jovem a utilize sem que você saiba. Fui testemunha do vazamento de fotos pornográficas na internet da sobrinha de uma amiga que estava sozinha em casa. O prejuízo é para sempre, não se esqueça disso.
* Os programas de televisão, aberta ou a cabo têm casa vez mais, apresentado imagens e conteúdos para lá de impróprios. Crianças e adolescentes frequentemente tem ídolos. Cuidado para que o escolhido por seu (sua) filho (a), não seja um artista com vida desregrada, envolvido com drogas, brigas e que tenha imagem vulgar. O mesmo vale para as pretensas músicas de moda: não é e nem nunca foi bom achar bonito sua filha assistir e aprender a dançar e cantar músicas com conteúdo que faz apologia à pornografia e movimentos sensuais; e os meninos, escutarem e aprenderem músicas com conteúdo explícito ou não à violência e ilegalidades.
* Infelizmente, há casos registrados de casais doentes em relação ao abuso: a mãe é cúmplice do adulto masculino. Caso saiba desse tipo de caso, denuncie! Conheci uma criança de 8 anos, abusada sexualmente de modo inidizível que, me pareceu extremamente infeliz, calada, pouco á vontade na situação de conhecer estranhos (mulheres ou homens) e com a auto estima baixíssima. Uma vida que deveria ser protegida e que foi alvo de uma das mais terríveis crueldades que já chegou ao meu conhecimento. Ao ser constatado o abuso, o padrasto fugiu e a mãe foi proibida de ter contato com a filha. Hoje, a menina mora com os avós. E a visão que ela terá de sexo quando crescer, com certeza será bastante deturpada por culpa de adultos sexualmente pervertidos.

Para saber mais, alguns sites interessantes:







Delegacias Especializadas e Varas de Infância e Juventude por Região e Estados:

Conselhos Tutelares por Estado:

Filmes que tratam do tema (a serem vistos por pais):

Campanhas e Matérias Atualizadas:

O mínimo que você pode fazer é colocar o banner contra a Pedofilia em seu site, blog e outras redes sociais. Mostre que você apóia essa causa!
Comentários e opiniões serão bem vindos!
Espero que esta postagem seja de alguma utilidade.

VAMOS NOS CONHECER MAIS?

MENINAS, BOM DEEEA!
ANDO RECEBENDO COMENTÁRIOS NAS POSTAGENS E, VOU RESPONDÊ-LOS NOS COMENTÁRIOS DOS MESMOS, OK?
SOU ADEPTA DAS AMIZADES TB VIRTUAIS POIS SEI QUE TEM MUITAS GAROTAS LEGAIS, INTERESSANTES E TODAS TEM EXPERIÊNCIAS QUE PODEM COMPARTILHAR. ENTÃO, SE VOCÊ COMENTOU AQUI, VÁ ATÉ A POSTAGEM, PORQUE MESMO QUE O COMENTÁRIO SEJA ANTIGO, VOU RESPONDÊ-LO.
PODE COMENTAR À VONTADE! EU VOU ADORAR FALAR COM VOCÊS.
BEIJOS CARINHOSOS! LIZA ALESSA

BENEFÍCIOS DA LEITURA



Viajar pela leitura

sem rumo, sem intenção.

Só para viver a aventura

que é ter um livro nas mãos.

É uma pena que só saiba disso

quem gosta de ler.

Experimente!

Assim sem compromisso,

você vai me entender.

Mergulhe de cabeça

na imaginação!


(Viajar pela Leitura - Clarice Pacheco)


A falta do hábito da leitura, segundo Bernardo Pina*, é uma questão social e política.

Graças à Deus, meu pai sempre nos incentivou (eu e meus irmãos) até termos o hábito tão arraigado como uma verdadeira fonte de prazer.Portanto, acredito piamente que, assim como a criança imita os hábitos do adulto a quem está mais próxima, se os pais não as incentivarem, seja lendo para as mesmas em casa frequentemente, lendo para si mesmos, dificilmente, a criança crescerá e se tornará um adolescente ou adulto que veja a leitura como um benefício, algo que faça parte de suas essências.

Você pode transformar a leitura em um hábito. É um bem valiosíssimo. E tem vários benefícios, vamos só citar alguns:

Melhora a expressão e coordenação de pensamento, bem como a escrita;

Aumenta a cultura geral, diminui os pré-conceitos e o desconhecimento (quando não idéias incorretas).

É divertido, prazeroso;

Mantém o cérebro ocupado com uma atividade útil;

Amplia a gama de assuntos para conversas além de ser fonte de descobrimento de temas que lhe interessem; (e você nem sabia!)

Minha sugestão é que você comece por ler assuntos de temáticas que já sejam de seu interesse consciente. Não necessariamente precisam ser livros; revistas e jornais também trazem temas que podem chamar sua atenção.

Se você, decididamente, não gosta de ler, comece com pequenas leituras: crônicas, poesias, poemas, editoriais, colunas de jornal. Peça sugestões de livros de vários gêneros a vários tipos de pessoas: familiares, amigos, professores.


Quando o caso são os textos e livros escolares,  não cometa o erro de copiar qualquer rascunho ou resenha que esteja disponível on line, ou pior, "passar os olhos" no começo - meio - fim do escrito. Além de ser uma atitude esperada de quem não tem qualificação lógica suficiente para abstrair de uma leitura as idéias principais e reescrevê-las, você ainda incorre na  péssima escolha de "carimbar" seu nome em um trabalho que pode estar no nível do medíocre. Criticidade é uma qualidade que só se alcança com o aperfeiçoamento. Não nascemos críticos. E da acriticidade é que surge a alienação, a venda de votos nas eleições, a falta de visão nas relações de interesse, a incapacidade de ser perspicaz, característica imprescindível ao sucesso no mundo perdido de hoje.



Os únicos que podem realmente justificar e polemizar algum tema em sala de aula ou em conversas ao nível realmente intelectual e sério são os que se pautam em autores, estudiosos e pesquisadores, isso quer dizer, àqueles que lêem grandes obras, bons autores e sempre, ao final de cada leitura, fazem uma análise do que leram. Não se pode tomar como totalmente verdadeiro tudo o que se lê, pois, existem várias correntes de pensamento, assim como várias religiões. Deste hábito de ler, em efeito dominó, você sentirá o esboço ou crescimento de outras virtudes como a humildade, a perseverança, a determinação. Sem falar, claro, no conhecimento que lhe chegará: alguns, serão gravados na memória enquanto forem utilizados ou pelo grau de importância que lhes será dado; outros, talvez, terão que ser recordados. Isso é normal e cito aqui Rubem Alves que tão bem explicou essa questão do conhecimento memorizado e daquele que esquecemos com o tempo: 

..."O corpo não suporta carregar o peso de um conhecimento morto que ele não consegue
integrar com a vida." (A Alegria de Ensinar, 1994).

Eu tenho preferências por romances épicos, revistas de moda e em jornais, a parte de Opiniões. Ainda é pouco mas já é um começo. E revezo a leitura de romances e biografias com palavras cruzadas. E mesmo com um dia super atarefado, quando interessado, você ACHA tempo para ler. Simples: é uma questão de prioridade. E costumamos priorizar o que nos interessa e o que acreditamos ser bom para nossa vida. Com certeza o maior bem da humanidade é a cultura. Uma das maiores ignorâncias que já ouvi dizer que aconteceu foi a queima de livros que um homem fez, alegando não ter espaço para eles em sua casa. Pensei: O que será que ficou nessa casa, (de ordem material) de tão importante, se os livros eram dispensáveis?


OPINIÕES (FRASES) SOBRE LEITURA:

" Ler é o maior luxo da minha vida. Livros são drogas sem risco de overdose. E eu sou uma feliz vítima. (KARL LAGERFELD - ESTILISTA)


"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede." (CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE - ESCRITOR)


"A leitura traz ao homem plenitude, o discurso segurança e a escrita exatidão." (FRANCIS BACON - FILÓSOFO)


"A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde." (EMILY HERZOG - ROMANCISTA)


"Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro." (HENRY THOREAU - POETA, HISTORIADOR E FILÓSOFO)